Intruções: Responder às cinco questões a seguir. Bom trabalho!
A) a + b = c. Quem é Deus?
B) Se você pode ser feliz onde está, então pode ser feliz em qualquer lugar. Discuta usando exemplos de sua própria vida.
C) O inferno são as Outras Pessoas. Você concorda? Demonstre como isto pode ser, ou não, aplicado nos seguintes casos:
1) O Massacre dos Armênios, em 1915;
2) Na vidade de Algernon Charles Swimburne ou na morte de Walt Disney;
3) Nas trevas antes da criação.
(Responda dois dos três)
D) Construa uma analogia usando a natureza salina das lágrimas ou do mar e o sal que torna a comida palatável, adicionando gosto e um sabor picante.
(Os alunos são encorajados a se referir à terceira filha de Ljyr ou à esposa de Lot, mas não a ambas.)
E) Se eu fosse Deus, aboliria.....................
Complete com pelo menos 250 palavras. A praticidade do materialismo e a natureza humana devem ser respeitadas As Leis de Conservação da Felicidade não podem ser violadas.
(Corresponde a 50% da nota final)
sábado, 26 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Ateologia
O catecismo me ensinou, na infância, a fazer o bem po interesse e a não fazer o mal por medo. Deus me oferecia castigos erecompensas, me ameaçava com o inferno e me prometia o céu; e eu temia e acreditava.
Passaram-se os anos Eu já não temo nem creio. E em todo caso - penso -, se mereço ser assado vivo no inferno, condenado ao fogo longo e eterno, que assim seja! Assim me salvarei do purgatório, que deve estar cheio de horríveis turistas de classe média; e no final das contas, se fará justiça.
Sinceramente: merecer, mereço. Nunca matei ninguém, é verdade, mas por falta de coragem ou de oportunidade e não por falta de querer. Não vou à missa aos domingos, nem nos dias santos. Cobicei quase todas as mulheres de meus próximos, exceto as feias, e assim violei, pelo menos na intenção, a proprieda privada que o Todo-poderoso pessoalmente sacramentou nas tábuas de Moisés: "Não cobiçarás a mulher de teu próximo nem sua casa nem seu touro nem seu asno..." E como se fosse pouco, com premeditação e deslealdade, cometi o ato do amor sem o nobre propósito de reproduzir a mão-de-obra, Sei muito bem que o pecado carnal não é bem visto no céu, mas desconfio que Deus condena o que desconhece.
O Deus dos cristãos, Deus de minha infância, não faz amor. Talvez o único deus que nunca fez amor entre todos os deuses de todas as religiões da história humana. cada vez que penso nisso, sinto pena dele. E então o perdoo por ter sido meu superpai castigador, chefe de polícia do universo, e penso, que no final, Deus também foi meu amigo naqueles velhos tempos em que eu acreditava Nele e acreditava que Ele acreditava em mim. Então preparo a orelha, na hora dos rumores mágicos, entre o por-do-sol e o nascer-subir da noite, e acho que escuto suas melancólicas confidências. Ele nunca amou. Sorte dele!
Passaram-se os anos Eu já não temo nem creio. E em todo caso - penso -, se mereço ser assado vivo no inferno, condenado ao fogo longo e eterno, que assim seja! Assim me salvarei do purgatório, que deve estar cheio de horríveis turistas de classe média; e no final das contas, se fará justiça.
Sinceramente: merecer, mereço. Nunca matei ninguém, é verdade, mas por falta de coragem ou de oportunidade e não por falta de querer. Não vou à missa aos domingos, nem nos dias santos. Cobicei quase todas as mulheres de meus próximos, exceto as feias, e assim violei, pelo menos na intenção, a proprieda privada que o Todo-poderoso pessoalmente sacramentou nas tábuas de Moisés: "Não cobiçarás a mulher de teu próximo nem sua casa nem seu touro nem seu asno..." E como se fosse pouco, com premeditação e deslealdade, cometi o ato do amor sem o nobre propósito de reproduzir a mão-de-obra, Sei muito bem que o pecado carnal não é bem visto no céu, mas desconfio que Deus condena o que desconhece.
O Deus dos cristãos, Deus de minha infância, não faz amor. Talvez o único deus que nunca fez amor entre todos os deuses de todas as religiões da história humana. cada vez que penso nisso, sinto pena dele. E então o perdoo por ter sido meu superpai castigador, chefe de polícia do universo, e penso, que no final, Deus também foi meu amigo naqueles velhos tempos em que eu acreditava Nele e acreditava que Ele acreditava em mim. Então preparo a orelha, na hora dos rumores mágicos, entre o por-do-sol e o nascer-subir da noite, e acho que escuto suas melancólicas confidências. Ele nunca amou. Sorte dele!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Último texto
Eu me lembro
De uma conversa em
Um parque com nome de
Província européia.
Quando olhei o de sempre
De outra maneira.
Cores perfeitas.
As nuvens não eram brancas.
O céu não era azul.
Quanto tempo isso faz?
Uma caixa de lembranças...
Mil e uma noites.
A pintura rosada da mistura
De maioneses, catchup e mostarda
Na louça branca.
Pizza de beringela.
Nós, uns ou tantos mais.
As lembranças dos últimos
Dois meses são como uma passagem.
Para a doce vida.
Luzes de um lugar rosa.
Outro/mesmo cosmos era meu
Quarto e minha cama.
Ausência de enredo.
Um sentimento que poderia ser pra sempre,
Cada vez mais interno, para o fundo,
Cada vez mais externo, para o tudo.
Preferiste conservar este eco,
De um pacto anônimo doutro tempo.
Como um álbum de figurinhas.
Como uma coleção de pedacinhos do efêmero.
Como algo minúsculo
Que para mim foi grandioso.
E no entando foi quase nada.
De uma conversa em
Um parque com nome de
Província européia.
Quando olhei o de sempre
De outra maneira.
Cores perfeitas.
As nuvens não eram brancas.
O céu não era azul.
Quanto tempo isso faz?
Uma caixa de lembranças...
Mil e uma noites.
A pintura rosada da mistura
De maioneses, catchup e mostarda
Na louça branca.
Pizza de beringela.
Nós, uns ou tantos mais.
As lembranças dos últimos
Dois meses são como uma passagem.
Para a doce vida.
Luzes de um lugar rosa.
Outro/mesmo cosmos era meu
Quarto e minha cama.
Ausência de enredo.
Um sentimento que poderia ser pra sempre,
Cada vez mais interno, para o fundo,
Cada vez mais externo, para o tudo.
Preferiste conservar este eco,
De um pacto anônimo doutro tempo.
Como um álbum de figurinhas.
Como uma coleção de pedacinhos do efêmero.
Como algo minúsculo
Que para mim foi grandioso.
E no entando foi quase nada.
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